Mais um CM – Será que ainda temos chances de voltar ?

AGRENCO LIMITED
Clarendon House, 2 Church Street, Hamilton, HM11, Bermudas
Companhia Aberta – CVM nº 08008-0
CNPJ nº 08.943.312/0001-40
COMUNICADO AO MERCADO
A AGRENCO Limited “Companhia”, código Bovespa AGEN33, mantendo o mercado informado acerca de todas as medidas que estão sendo adotadas, vêm, através deste comunicado, informar o que segue:
1. Cumpre informar que em 23-09-2013 foi interposto Agravo Regimental pela Agrenco Limited e Ratre Participações em continuidade às medidas adotadas à tutela dos legítimos interesses da Companhia, no âmbito dos Mandados de Segurança impetrados contra a decisão que negou o efeito suspensivo a decretação da falência das subsidiárias brasileiras.
2. Ademais, por entenderem suspeitas, estranhas e aparentemente ilegais as atitudes praticadas por parte do Magistrado Substituto que proferiu a sentença de quebra, a Ratre e as empresas declaradas falidas ingressaram com reclamação disciplinar junto ao Conselho Nacional de Justiça – CNJ para que tais atitudes sejam averiguadas e aplicadas às penalidades cabíveis previstas em Lei.
3. No mais, registre-se que na data de hoje, a Companhia foi informada que acionistas minoritários impetraram Mandado de Segurança contra a sentença de quebra das subsidiárias brasileiras proferida pelo MM. Juiz Dr. Marcelo Sacramone da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo buscando a suspensão dos efeitos da decisão em tela.
4. A Companhia esclarece ainda que, em relação à suspensão das negociações dos BDRs, todas as informações solicitadas pela Bovespa foram atendidas prontamente. No entanto, a Bovespa informou que estas informações ainda estão sob análise para decisão sobre a liberação ou não das negociações.
Em caso de remanescerem dúvidas após a leitura do mesmo, estaremos à disposição através do e-mail ri@agrenco.com.br.
São Paulo, 01 de outubro de 2013.
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Nils Bjellum
Diretor de Relações com Investidores

Acompanhar o que está sendo feito.

Até o momento, estava colocando apenas informações extras oficiais aqui neste blog, pois acreditava que a empresa era séria.

Como podemos ver, a Agrenco fez tudo premeditado, ou seja de séria não tem nada, portanto, deixei de ser o bonzinho e a partir de agora vamos colocar informações extra oficiais, do que está sendo feito pelos minoritários que não acreditam na empresa.

Se quiserem acompanhar tudo, sem resumo, entrem no fórum abaixo.

http://br.advfn.com/forum/agen11/13265054

Podem comentar, logicamente sem ofensas, pois caso contrário serão bloqueados e os comentários excluidos.

Atualização do Blog

Este blog é mantido por um minoritário que no momento está correndo atrás de respostas dos fatos ocorridos.

Deixei os comentários liberados, mas se tiver ofensas, serão sim apagados. Se quiserem acreditar que isto tudo é uma farsa, sem problemas, mas estou com dinheiro nesta merda como vocês.

Fiquem a vontade de postar seus comentários, desde que seja com respeito.

Um pouco do que já aconteceu com a Agrenco e o que pode acontecer.

Boa tarde pessoas do BEM.
O texto é longo. Foi feito mais cedo, e vai do celular mesmo!!!

Vou desenhar bem desenhadinho todo o plano desenvolvido pelos abutres.
Entenda-se por abutres: Nelson Bastos, Thomas Felsberg, Marco Modesti, Valdenir Soares e Credit Suisse, em maior intensidade, apoiados pelos Escritórios Wald, Pinhero Neto e Veirano.

Cronologicamente falando.

1 – FATO: CVM manda 8 (OITO). Eu disse OI-TO avisos ao DRI Marco Modesti, informando que a não apresentação dos balanços acarretará o bloqueio das negociações.

ATITUDE: Sob as ordens do Sr. Nelson Bastos, o Sr. Marco Modesti simplesmente ignora os avisos.

CONSEQUÊNCIA: CVM bloqueia as negociações.

OBJETIVO: Afastar a pentelhação de quase 6.000 minoritários quando da venda das fábricas.

RESULTADO: Falhou, porque um filho da puta dum advogado encontrou uma advogada porreta no Fórum João Mendes, E ENCONTROU MESMO (Isso é para aqueles que até hoje duvidam que esse encontro casual realmente aconteceu, em especial para um que sempre se escondeu nos momentos decisivos) e acabou, COM A CONCORDÂNCIA DE VÁRIOS MINORITÁRIOS PREVIAMENTE CONSULTADOS, integrando o Conselho da empresa e forçou a entrega dos balanços). As negociações foram retomadas.

2 – FATO: Os administradores, comandados pelo Sr. Nelson Bastos, deixaram de pagar por dois anos a taxa de registro nas Bermudas.

OBJETIVO: Cancelar o registro, e, consequentemente, as negociações dos BDRs, para afastar a pentelhação de quase 6.000 minoritários quando da venda das fábricas.

RESULTADO: Falhou, porque um grupo de minoritários fez um empréstimo para a empresa pagar as taxas atrasadas. O Registro foi mantido.

3 – FATO: Os administradores, comandados pelo Sr. Nelson Bastos, com a conivência do Dr. Thomas Felsberg e do Sr. Valdenir Soares, e, ainda, com a participação decisiva do Credit Suisse, através da Sra. Fabiana Balducci, voam para Amsterdam, para pedir, sim, acreditem, o Conselheiro, o CEO e o advogado da empresa, sob as ordens do Credit Suisse, PEDIRAM a falência da empresa na Holanda.

OBJETIVO: Com a falência na Holanda, os controladores perderiam os direitos sobre os ativos da empresa, que poderiam ser vendidos facilmente.

RESULTADO: Falhou, porque a justiça da Holanda decretou o “estado de falência”, mas preservou os ativos da empresa. É como se fosse uma Recuperação Judicial.

4 – FATO: Os administradores, comandados pelo Sr. Nelson Bastos, e com a assinatura do Sr. Valdenir Soares, assinam Contrato de Compartilhamento de Garantias com os credores financeiros, dando as plantas em garantia a esses credores, mesmo que, como o Credit Suisse, muitos deles não tivessem direito a qualquer garantia.

OBJETIVO: Pedir a falência da empresa, vender as fábricas, dividir o dinheiro entre eles (tem até uma tabela com o valor que cada um receberia) e dar uma banana para o Fisco, os credores não financeiros e todos os outros acionistas (MAJORITÁRIOS E MINORITÁRIOS)

RESULTADO: Falhou, porque devem ter se dado conta de que, como a administração era deles, seriam responsabilizados pessoalmente pela quebra da empresa.

5 – FATO: O Dr. Thomas Felsberb, sob as ordens do Sr. Nelson Bastos e com o apoio incondicional do Credit Suisse, apresentam alteração de PRJ, prevendo a venda das duas fábricas e pagamento dos credores. Plano aprovado.

OBJETIVO: O de sempre. A venda das fábricas para pagamento de credores financeiros, e só.

RESULTADO: Falhou, porque aquela advogada porreta, quem um dia se encontrou casualmente com aquele advogado filho da puta, fez um trabalho sensacional em um agravo, que foi cair nas mãos de um Desembargador também porreta, de nome Pereira Calças, que cancelou a aprovação criminosa do plano do Dr. Thomas Felsberg, e determinou que a empresa deveria ser administrada por quem a quisesse realmente recuperar.

6 – FATO: A empresa, sob nova administração, trabalhou duro, diminuiu dívidas, reativou convênios e contatos com produtores, recebeu apoio dos estados e dos produtores, e apresentou um novo plano para cada uma das recuperandas, o que foi prontamente aceito pelo Juiz Titular, Daniel Carnio.

O Juiz Titular afastou-se para fazer um curso no Reino Unido.

Assume o substituto Marcelo Sacramone.

O Desembargador Pereira Calças também se afasta para fazer parte da banca Examinadora de concurso para novos Magistrados.

Assume um Juiz Convocado (não é Desembargador), Dr. Fortes Barbosa.

Alguns credores pedem ao Juiz Substituto que cancele as AGC das recuperandas e que os planos sejam unificados: Pleito atendido, quando uma das AGCs já havia sido instalada. (para que não houvesse tempo de se tentar derrubar a decisão).

As empresas pedem ao Juiz Convocado que reforme a decisão liminarmente. Pedido prontamente negado.

A empresa unifica os planos, negocia com credores, reservadamente em reuniões que aconteceram antes da AGC e publicamente durante a AGC. Aceita quase tudo o que foi pedido.

Os credores financeiros, E SÓ ELES, rejeitam o plano apresentado

OBJETIVO: Ter a falência decretada para que possam vender as plantas.

ATITUDES: O Juiz Substituto, Marcelo Sacramone, pede o Parecer do Ministério Público com urgência.

O advogado filho da puta vai até a sala da Promotora Ana Gabriela e é informado pela mesma que seria impossível soltar um Parecer com urgência, pois se utilizaria do prazo de legal de 15 dias, tempo necessário para entender o processo.

Outra advogada, Diretora Jurídica da empresa, ouve a mesma coisa da Promotora.

Em incríveis dois dias, eu disse DOIS DIAS, a dinâmica Promotora solta um Parecer fundamentado a favor da falência das recuperandas.

No mesmo dia (sexta feira, 02.08.2013, às 19 horas), o Juiz Substituto Marcelo Sacramone assina seu último ato à frente da Vara, em uma sentença com mais de uma dezena de laudas, decretando a falência das recuperandas.

RESULTADO: Caminho aberto para a tão sonhada venda das plantas. Porém, não contavam com a justa canetada do Juiz Titular Daniel Carnio! O Contrato de Compartilhamento de Garantias estava anulado!!!

Começaram as negociações extra judiciais, e, o Credit Suisse, como de costume, por seu advogado Marcos Schoeder, exige que seja retirado o Agravo da Agrenco Ltd., feito pela advogada porreta que encontrou com o advogado filho da puta, para dar andamento às negociações.

E assim estamos.

Tá bem desenhadinho???

Como podem ver, o sonho da venda é antigo, mas tem água para passar sob a ponte.

Pronto!!! Falei!!!

FUI!!!

Comunicado ao Mercado (CM) dia 28/08/2013

Ref.: Esclarecimentos solicitados pelo Ofício GAE 3299-13, de 21.08.13 (“Ofício”).
Prezados Senhores:
AGRENCO LIMITED, companhia aberta, devidamente constituída e
organizada conforme as leis das Bermudas, com sede na Claredon House, 2 Church
Street, Hamilton, e com endereço na Av. Juscelino Kubitschek, nº 1.400, cj. 72, Itaim
Bibi, São Paulo (“Companhia” ou “Agrenco”), em resposta às solicitações contidas no
Ofício em referência, vem apresentar os seguintes esclarecimentos:1. Por meio do Ofício, foi solicitado à Companhia que enviasse os seguintes
documentos e informações:
(i) “os eventos societários (atas de assembleias ou de reuniões da administração)
que elevaram o capital da Agrenco Ltd., após 16/09/2011, visto que o valor do
capital (em reais) e sua divisão em ações informados no Demonstrativo de
Emissão e Transferência de Ações em conexão com o Programa de BDR
divergem dos dados informados na nota explicativa 18 das Demonstrações
Financeiras de 31/12/2012 e no anexo eventos societários que alteraram o capital
social da Companhia, de forma a evidenciar o valor do atual capital social e sua
divisão em ações.”;
(ii) “Observamos ainda que, nos dois últimos documentos citados acima, a
evolução do capital social é demonstrada até 25/06/2012. Dessa forma,
solicitamos complementar as informações constantes desses documentos,
incluindo as emissões de ações cabíveis, após 25/06/2012”; e
(iii) o envio de informações atualizadas, mantendo a Bolsa informada “sobre o
andamento das petições judiciais apresentadas, notadamente sobre o seu eventual
efeito suspensivo sobre a falência de controladas”.
2. Primeiramente, cumpre reiterar que não houve a decretação judicial da falência
da Agrenco (emissora estrangeira de valores mobiliários cujos BDRs são listados em
bolsa), mas sim das companhias Agrenco do Brasil S.A., Agrenco Serviços de
Armazenagem Ltda., Agrenco Administração de Bens S.A. e Agrenco Bioenergia
Indústria e Comércio de Óleos e Biodiesel Ltda. (“Controladas Agrenco”), companhias
fechadas que estavam em recuperação judicial, o que, por si, não acarreta a falência da
Agrenco.
3. A Agrenco se apresenta no mercado brasileiro como emissor estrangeiro de
valores mobiliários (BDRs), com seus atos constitutivos aprovados em conformidade
com as leis de Bermuda, razão pela qual a alteração de seus estatutos é regida por aquelas leis, incluindo-se, evidentemente, a modificação estatutária para fins de
aumento de seu capital autorizado e de seu capital social.
4. Em 25.03.2011, foi realizada Assembleia Geral Extraordinária da Companhia
(“Special General Meeting of Members of Agrenco Ltd.”), na qual veio a ser deliberado
o aumento do seu capital autorizado, que passou de 205.000.000 de ações para
225.000.000, com a emissão de 20.000.000 de ações, com valor nominal de R$ 0,50 por
ação. Ademais, na Assembleia Geral Extraordinária da Companhia de 16.09.2011 os
acionistas da Companhia deliberaram aumentar o capital autorizado da Companhia por
meio da emissão de 50.000.000 de ações adicionais no valor nominal de US$ 0,01 cada.
Tais deliberações assembleares foram realizadas em absoluta conformidade com a
legislação societária aplicável.
5. O motivo da elevação do limite do capital foi conferir maior flexibilidade ao
Conselho de Administração, investindo-lhe dos poderes necessários para o efetivo
aumento do capital social da Companhia, mediante a subscrição privada de ações da
Companhia ou de BDRs que as representem, a ser formalizada por meio de uma
notificação (“Subscription Notice”).
6. Nesse sentido, é enviada, em anexo, tabela explicativa dos Subscription Notices
realizados em conformidade com o disposto acima.
7. Em atendimento às solicitações mencionadas no item (ii) acima, a Companhia
informa que os documentos ali solicitados já foram enviados à Bovespa em resposta ao
Ofício GAE 3230-13, de 15.08.13.
8. Por fim, cumpre registrar que os requerimentos de efeito suspensivo no âmbito
dos agravos de instrumento interpostos pela Companhia, pelas Controladas Agrenco
(atualmente falidas) e pela Ratre Participações Ltda. (em conjunto designadas
“Recorrentes”) foram negados pelo juízo competente.
9. Isto posto, a Companhia, as Controladas Agrenco e a Ratre Participações estão
adotando as medidas jurídicas adequadas para a tutela dos legítimos direitos envolvidos,permanecendo em busca da defesa dos seus interesses (e dos demais stakeholders
voltados à efetiva superação da atual situação das Controladas Agrenco) no âmbito
judicial e negocial.
Atenciosamente,
Nils Bjellum
Diretor de Relações com Investidores

Mais um Comunicado ao Mercado dia 15/08

AGRENCO LIMITED

Clarendon House, 2 Church Street, Hamilton, HM11, Bermudas
Companhia Aberta – CVM nº 08008-0
CNPJ nº 08.943.312/0001-40

COMUNICADO AO MERCADO

A AGRENCO Limited “Companhia”, código Bovespa AGEN11, com a intenção de manter o mercado informado acerca de todas as medidas que vêm sendo adotadas pela atual Administração, vêm, através deste comunicado, informar o que segue:

1. Como informado em Comunicado ao Mercado emitido na data de hoje, os advogados contratados para a defesa da Companhia em demanda do Credit Suisse, que visava a execução de US$ 50.000.000,00 junto a Corte das Bermudas, apresentaram defesa, requerendo que o citado credor se abstivesse de cobrar junto àquela Corte o valor já cobrado em Processo de Recuperação Judicial em tramite perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

2. É com satisfação que a Companhia informa que, em decisão proferida hoje, a Honorável Corte de Bermudas decidiu, que até segunda ordem, o Credit Suisse está impedido legalmente de cobrar a referida dívida.

3. A Companhia reafirma sua confiança na Justiça, seja em Bermudas, seja no Brasil, e está certa de que será capaz de reverter a situação de falência de suas subsidiárias, para a qual houve empenho decisivo do Credit Suisse.

Em caso de remanescerem dúvidas após a leitura do mesmo, estaremos à disposição através do e-mail ri@agrenco.com.br.
São Paulo, 15 de agosto de 2013.
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Nils Bjellum
Diretor de Relações com Investidores